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FESTA DOS POMBAIS 2026

A 4.ª Edição da “Festa dos Pombais” realiza-se nos dias 3 e 4 de julho de 2026, na aldeia transmontana de Uva, no concelho de Vimioso, no distrito de Bragança. O programa da festa inclui percursos interpretativos e visitas guiadas, com destaque para os pombais, teatro, oficinas para crianças, espetáculos musicais, contadores de histórias, mercado tradicional, artesanato e gastronomia, e muito mais!

A festa é organizada pela União de Freguesias de Algoso, Campo de Víboras e Uva e pela Palombar - Conservação da Natureza e do Património Rural, em colaboração com o Município de Vimioso e o apoio da Comissão de Festas de Uva 2026/2027.

A aldeia dos pombais

Uva possui um património edificado único no Nordeste Transmontano, mais de 40 pombais, estruturas da arquitetura vernacular fortemente ligadas à comunidade, à cultura e à conservação da natureza, a maioria dos quais localizados no perímetro da aldeia. Esta é uma festa com um conceito inovador, criada para promover o território e o que este tem de mais genuíno e inigualável, sendo uma alternativa criativa, cultural e diversificada às festas de verão que ocorrem na região. Através da ação coletiva, a Palombar já conseguiu restaurar todos os pombais de Uva que se encontravam em ruína parcial, um feito histórico!

O nome da festa é inspirado nesses edificados icónicos da região, um legado único que queremos dar a conhecer, através deste evento que tem como foco a dinamização do mundo rural e a promoção do seu património arquitetónico, natural, cultural e social. 

Junte-se a nós nesta festa única!
Traga toda a família!



PROGRAMA

3 DE JULHO 
 
“ContoContigo: Os Anjos Nus” | 21h00-21h45 
Peripécia Teatro
Faixa etária M/12

“ContoContigo” é um projeto teatral da Peripécia Teatro que consiste na criação de espetáculos com contos de autores da zona transmontana e do Alto Douro. Em 2026, o desafio é abordar a obra de António Manuel Pires Cabral, natural de Macedo de Cavaleiros, com o conto “Os Anjos Nus”.

Baltasar e Belmira são coletores de histórias. Andam de terra em aldeia como quem não vai a lado nenhum, escutando o que fica à beira dos caminhos: histórias que alguém escreveu, conversas que ficaram por acabar, pensamentos que não têm dono. Não as guardam: contam-nas. Porque as histórias só vivem quando viajam de boca em ouvido.

Desta vez, trazem um conto estranho. Não sobrenatural, estranho. Numa pequena igreja da aldeia, o zelo pela pureza foi levado demasiado a sério e a fé acabou corrigida a serrote. Entre devoção, medo e necessidade de pôr ordem no mundo, uma personagem decide proteger o sagrado e acaba por revelar o humano.

“Anjos Nus” é um conto sobre a crença, o excesso de certeza e a tentação de melhorar aquilo que já existia. Belmira e Baltasar não julgam, nem explicam: limitam-se a contar. O resto acontece com quem escuta.

José C. Garcia


Fotografia Lino Silva/Peripécia Teatro. 

 
4 DE JULHO
 
A festa decorre durante todo o dia.
 
O programa completo e mais informações estarão disponíveis brevemente.